Oferecer um ensino de qualidade aos alunos é o principal objetivo das empresas de educação. A excelência é o grande diferencial que uma escola pode ter em relação a um concorrente direto. Contudo, manter um padrão elevado pode custar caro — e nem sempre a redução de custos na educação é vista com bons olhos.
Por isso, essas empresas precisam encontrar um meio termo. É necessário ganhar eficiência e reduzir gastos, mas sem comprometer a educação dos seus alunos.
Como fazer isso? Neste artigo, nós apontaremos alguns caminhos. Boa leitura!
Uma forma de alcançar a redução de custos na educação é repassando para outras empresas tarefas que não estão diretamente ligadas com a atividade final da escola, como a limpeza, segurança, T.I., alimentação etc.
Isso reduz os custos relacionados à contratação e a folha de pagamento e ainda faz com que o negócio ganhe qualidade, uma vez que essas tarefas serão feitas por empresas especializadas.
Água e eletricidade devem ser usadas de maneira responsável. Nem sempre os estudantes têm essa consciência, por isso, a direção da escola precisa recorrer a equipamentos modernos, como lâmpadas de LED e torneiras eletrônicas para conseguir evitar o desperdício.
Outros recursos, como os artigos de papelaria também precisam ser controlados. Quando o objetivo é a redução de custos na educação, não se pode subestimar os pequenos valores.
Um dos maiores problemas que uma empresa de educação pode enfrentar é a inadimplência, uma vez que ela pode prejudicar o pagamento de fornecedores, dificultando o dia a dia do negócio.
Para evitar que essa situação coloque em risco as atividades da escola, é importante que a empresa faça alterações em seu processo de cobrança. Muitos colégios já estão modernizando os pagamentos, recorrendo ao cartão de crédito, por exemplo.
Já é possível usar a tecnologia para conquistar a redução de custos na educação. Boletins e comunicados podem ser enviados por SMS, e-mail ou por meio de um sistema próprio do colégio. Reuniões podem ser feitas por videoconferência.
Ao modernizar os processos de trabalho, a escola economiza dinheiro e o tempo dos seus profissionais. É claro que muitas pessoas podem ser reticentes com as mudanças, isso é natural, mas, mesmo assim, vale a pena tentar realizá-las.
Muitas empresas não conseguem ter bons resultados com o controle de seus gastos porque utilizam ferramentas inadequadas. Existem soluções modernas no mercado, criadas unicamente para monitorar a gestão de custos, criando relatórios precisos que ajudam o negócio a tomar decisões corretas.
Toda essa tecnologia reduz o risco de erros e traz agilidade à tomada de decisões. Não há, portanto, nenhuma razão para que a sua escola continue usando as planilhas do Excel para controlar a contabilidade.
Como vimos, a redução de custos na educação não significa prejuízo à qualidade de ensino, mas a modernização da gestão empresarial.
A MyABCM é referência quando o assunto é o uso da tecnologia na gestão de custos. Se você tiver alguma dúvida ou se quiser entender melhor como o uso de softwares especializados pode ajudar a sua empresa, entre em contato com a nossa equipe!
A análise de documentos é um processo que precisa ser feito com bastante atenção e seriedade, pois influencia em todos os outros procedimentos da empresa, na política da organização e também no atendimento ao seu cliente. Quando estamos falando de bancos, existem ainda mais desafios que precisam ser trabalhados.
Além de avaliar e cruzar informações, é necessário gerenciar o grande e importante fluxo de dados e de documentos que as empresas recebem o tempo todo. Em razão disso, atualmente, é impossível ter uma eficiente e otimizada análise sem contar com a automação e tecnologias.
A seguir, daremos algumas orientações e hábitos para adotar na sua rotina de gestão e não sofrer com erros, perdas e falta de organização documental. Veja só!
É nítida a mudança nos meios de negócios das empresas e de solicitação de serviços por parte dos clientes. Os últimos anos foram marcados pela expansão dos smartphones e da tecnologia, em geral, como ferramenta de rotina para os mais variados usos.
Esse tem sido exatamente um dos maiores desafios das empresas, ou seja, se adaptar a essa nova realidade, de modo que possam oferecer aquilo que os clientes esperam e ainda consigam identificar os perfis e as expectativas.
Sendo assim, o primeiro passo para o seu processo de análise de documentos adaptado à realidade digital em que vivemos é estabelecer objetivos e regras básicas para essa tarefa no seu banco.
Isso tornará toda a estratégia mais eficiente e com menores incidências de falhas, pois quando criamos padrões, todos da empresa devem segui-los. Então, poderá evitar que cada colaborador faça a análise de uma maneira distinta.
A falta de organização é o caminho mais fácil para as falhas e prejuízos. Nesse contexto, será muito difícil fazer análises de documentos precisas se os dados e informações não são recebidos e tratados adequadamente.
Para isso, é preciso ter políticas bem definidas e processo alinhados sobre o assunto, para que todo e qualquer tipo de fluxo de informação seja recebido com segurança e integridade. Essa orientação é imprescindível para que se tenha confiança nos documentos que estão sendo trabalhados, evitando que informações desatualizadas e erradas sejam consideradas.
Como dito, estamos em uma era totalmente digital, sendo tanto as empresas quanto os clientes. Portanto, é preciso atender a essa realidade se você deseja manter a sua empresa ativa e competitiva no mercado.
Além disso, em razão da complexidade dos dados, das informações e dos documentos que precisam ser analisados, os processos manuais e, até mesmo, as planilhas já se tornaram insuficientes.
Nesse sentido, é fator básico e primordial investir e implantar ferramentas de automação empresarial, como os softwares que possibilitem análises de documentos, de rentabilidade e que permitam a integração aos outros departamentos da empresa, já que o negócio precisa ser gerido considerando as particularidades de todos os setores, e não de maneira isolada.
Essa estratégia de automação proporciona importantes benefícios para a sua análise de documentos e organização. Os principais são:
redução de custos;
menor incidência de erros, falhas e prejuízos;
agilidade e otimização de processos;
redução nas fraudes e golpes.
A análise de documentos representa não só um aspecto estratégico para os bancos, mas também um procedimento que é capaz de elevar os resultados da empresa e de evitar os maiores desafios enfrentados por esse segmento, como o desperdício de recursos financeiros e os prejuízos.
A sua gestão tem encontrado desafios relacionados aos custos e planejamentos? Entre em contato conosco e converse com um de nossos consultores. Podemos ajudar na sua tomada de decisões e conhecimento dos custos envolvidos!
Estar seguro é uma necessidade do mundo empresarial. A continuidade de qualquer negócio depende muito de como suas informações são gerenciadas, se elas estão ou não seguras. Nesse contexto, investir em ferramentas para a segurança de dados é fundamental. Entenda por segurança de dados qualquer atividade que tem como finalidade a proteção tanto das informações quanto dos sistemas em que os dados são guardados.
Pensando nesse assunto, nós vamos explicar um pouco mais sobre a importância da segurança de dados para a sua empresa!
Em um mundo competitivo como é o empresarial, dados equivalem a uma mina de ouro. Isto é, caso ocorra algum acidente e informações sigilosas vazem, a companhia pode até perder oportunidades, por exemplo, de fechar com um investidor. Além disso, danos à imagem podem ocorrer dependendo do tipo de informação, enfraquecendo a credibilidade com os clientes.
Falando em consumidores, imagine uma agência de publicidade que tem o mailing de seus clientes expostos. O quanto ela pode sair perdendo? Afinal, as informações poderão ser utilizadas por outras agências, inclusive, terem suas ideias de campanha roubadas.
Outra questão é a possibilidade de desvios financeiros. Afinal, sem a segurança adequada, não é difícil que hackers invadam os sistemas da empresa e roubem informações importantes como números da conta e senha.
Esses só são alguns dos exemplos de como a falta de segurança de dados pode prejudicar uma empresa. A seguir, apresentaremos algumas ações para melhorar essa questão. Continue!
Os backups são uma prática fundamental até para aqueles que não têm empresa. Computadores são máquinas instáveis, por mais atualizados que os sistemas estejam, e panes não são incomuns. Nesse sentido, a melhor forma de proteção é realizar backups periódicos. Assim, a empresa não corre o risco de perder os seus dados para sempre.
O conhecimento dos funcionários deve ser atualizado periodicamente para atender às demandas do dia a dia da empresa. Nesse sentido, investir em treinamentos tecnológicos para que eles lidem melhor com as ferramentas do negócio é muito importante.
Atente-se, principalmente, para os colaboradores que cuidam dos e-mails, redes sociais e aplicativos. É fundamental que eles entendam bem do assunto, que sejam capazes de identificar links suspeitos, spam etc.
De fato, nem todos os colaboradores da sua empresa devem ter acesso aos dados que ela produz. Isso, porque é uma questão de grau de importância do cargo e da rotina do funcionário da empresa. Sendo assim, procure definir quem pode ou não ter acesso às informações, principalmente aquelas que são sigilosas para melhorar a segurança do empreendimento.
Para o melhor desempenho dos processos da sua empresa, contratar servidores e sistemas seguros é fundamental. Nesse contexto, é importante procurar por serviços que forneçam atualizações periódicas, antivírus, alerta para falhas e outros recursos que objetivem a segurança.
Neste texto, acompanhamos como a segurança de dados é importante para o funcionamento da empresa, principalmente por atuar amplamente nos processos do negócio, auxiliando a evitar invasões nos sistemas e vazamentos de informações.
Esperamos que este post tenha esclarecido sobre a importância da segurança dos dados para uma empresa. Gostou do nosso texto? Que tal seguir a gente no Facebook, Twitter e LinkedIn e não perder mais nenhum dos nossos conteúdos?
O objetivo de muitas empresas no processo de coleta de informações é converter o material bruto em dados úteis. De forma que possam ser utilizados para as tomadas decisões e, assim, alcançar as suas metas.
Contudo, são necessárias algumas ferramentas para melhorar essa coleta. A inteligência analítica é um dos exemplos de procedimentos que podem auxiliar a empresa a atingir esse objetivo.
Com a intenção de explicar do que se trata e como pode auxiliar o negócio, separamos um pequeno guia sobre a inteligência analítica. Confira!
Basicamente, a inteligência analítica é a análise detalhada das informações coletadas pela empresa. O objetivo dessa verificação é ter informações precisas sobre os processos do negócio, ou seja, adquirir referências que posteriormente ajudarão a planejar ações e estratégias.
Dito de outra forma, na inteligência analítica, dados brutos são convertidos em informações úteis. Saiba que esses dados podem ser coletados não só dos processos da empresa, mas também de fontes externas.
A inteligência analítica é importante pois fornece o material necessário para que a gestão da empresa possa tomar decisões mais embasadas. Nesse sentido, apenas coletar os dados e guardá-los sem nenhum tipo de análise é um processo inútil.
É necessário que exista uma ferramenta capaz de avaliar a qualidade dessas informações, inclusive, para saber o que vale ou não a pena manter. Sendo assim, é uma grande aliada para o desenvolvimento de estratégias, projetos e objetivos.
Agora, vamos conhecer alguns dos benefícios da inteligência analítica. Acompanhe!
Com a capacidade de análise que esse tipo de ferramenta traz para a empresa, será muito mais fácil e rápido perceber quando há uma demanda de seus clientes.
Por exemplo, suponha que, graças a ela, a empresa conseguiu descobrir que há um vídeo viral de uma pessoa famosa utilizando o seu produto. Rapidamente, os setores de produção podem se preparar para o aumento da demanda, pois conseguiram coletar e analisar as informações a respeito desse vídeo anteriormente.
Uma das grandes vantagens da inteligência analítica é que ela pode auxiliar na obtenção de informações a partir de diferentes canais. Dessa forma, é possível atender clientes de vários lugares, além de capitar dados de suas demandas e, assim, conseguir atender o maior número de pessoas e obter mais lucros.
Essa ferramenta pode ser muito útil para administrar os processos de operações, o que auxilia na prevenção de situações problemáticas, como produtos perdidos no estoque, falhas na logística e até gastos desnecessários.
Isso porque a gestão terá informações importantes sobre a rotina das operações e dados já analisados, que ajudarão a compreender o que está acontecendo de errado.
Outra vantagem da utilização da inteligência analítica é ter mais controle dos dados. Dessa forma, definir as metas a partir dessas informações precisas é um procedimento muito mais seguro. Eles são exatos, por isso, garantem que a busca pelos resultados seja mais acurada.
Portanto, vimos como a inteligência analítica é uma ferramenta muito útil para transformar em informações importantes os dados que supostamente não possuem uma utilidade definida, podendo ser cruciais para os processos da empresa.
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Machine learning, ou máquina que aprende, é um conceito utilizado para caracterizar a tecnologia que permite aos sistemas e máquinas identificarem padrões e hábitos para adquirirem novos conhecimentos. Isso é feito por meio de padrões, que são previamente definidos por algoritmos.
Essa inovação está cada vez mais presente na rotina de gestão e, por mais que acabe passando despercebida, faz total diferença nas suas tarefas e nos seus resultados. Isso foi desenvolvido com o objetivo de que um software fizesse atividades sem o auxílio de um humano. Por exemplo, os chatbots, que são os sistemas automáticos de atendimento ao cliente.
Contudo, essa tecnologia é muito confundida com a inteligência artificial (IA), o que é um grande equívoco. A seguir, entenda mais sobre esse assunto.
O pai da inteligência artificial, o engenheiro Arthur Samuel, foi quem disse esse termo pela primeira vez, em 1959. O machine learning nasceu pela necessidade de tratar e armazenar dados de maneira eficiente e otimizada, já que muitos dados estavam sendo coletados na internet.
Nesse cenário, entramos em um conceito que já faz parte das grandes empresas, o big data. Essa tecnologia é utilizada em conjunto, pois é ela que permite armazenar milhares de informações, por meio de algoritmos que recebem e fazem o gerenciamento de dados.
Apesar de estarem relacionadas em um mesmo sistema, o machine learning e a inteligência artificial são duas tecnologias distintas. A IA é conceituada pelas máquinas que conseguem executar tarefas que, até então, eram únicas do ser humano. Por exemplo, as análises e aprovações de crédito do setor financeiro.
Já o machine learning, é o que faz tudo isso funcionar, ou seja, é o motor da AI. Portanto, é uma tecnologia que se caracteriza por ser uma base de dados, para que a inteligência artificial faça tarefas humanas.
Para que as máquinas e sistemas tenham essa capacidade de aprender, são utilizados algoritmos, métodos estatísticos e o big data. Isso, para que os padrões de funcionamento sejam identificados e o machine learning possa aprendê-los, por meio da criação de conexões.
Isso acontece quando os algoritmos usam estatísticas para aprenderem os processos mais comuns, a fim de preverem respostas e atitudes. Assim, a máquina consegue desempenhar tarefas que sigam esses padrões, sempre na tentativa de cometerem os mínimos erros possíveis.
Para que isso seja executado, os algoritmos são separados em supervisionados e não supervisionados. A primeira categoria, como o próprio nome indica, são os meios que ainda precisam ser supervisionados e controlados por pessoas, como a entrada e a saída dos dados e informações que um sistema precisa para aprender algo.
Já a segunda categoria, é aquela que não precisa de intermediação humana. Pois, os algoritmos já conseguem aprender e trabalhar sozinhos no processamento de atividades e informações. Enquanto o big data, como dito, é o responsável por armazenar e processar toda essa imensidão de informações.
As aplicações do machine learning tem sido tão comum e normal, que dificilmente paramos para perceber onde essa tecnologia é utilizada. A seguir, separamos alguns exemplos de como essa aprendizagem das máquinas facilita a sua rotina.
É fácil identificar uma tradução que foi feita automaticamente, daquelas realizadas por humanos, pois ela nunca é 100% fiel. Isso acontece porque é preciso considerar o contexto de cada frase. Contudo, com o machine learning, esse processo é feito de maneira mais precisa, já que essa tecnologia consegue identificar padrões e aprender.
Sabe quando você está navegando na internet, principalmente nas redes sociais, e sempre vê anúncios de produtos e empresas que tenham ligação com a sua preferência? Isso é o machine learning que identificou os seus padrões.
Outro exemplo desse cenário, são as plataformas streaming, aquelas que usamos para assistir filmes, vídeos, séries e ouvir músicas. Nelas, o machine learning consegue identificar e aprender as suas preferências e passa a recomendá-las para você.
As empresas precisam ter um processo muito seguro para o recebimento e tratamento de informações que são confidenciais e valiosas para as organizações. O setor financeiro, isto é, bancos, financeiras e empresas de investimentos, por exemplo, precisam ter ainda mais cautela com isso.
Nesse contexto, o machine learning é utilizado para detectar transações inidôneas ou que saiam do padrão, por serem fraudulentas.
O machine learning já é utilizado por empresas que precisam analisar e interpretar documentos importantes e complexos, sendo que as máquinas podem fazer isso em uma velocidade extremamente mais eficiente, se comparado a um humano. Isso evita o retrabalho e erros que não são identificados pela sua equipe, principalmente se tratando de imprecisão de dados e informações contratuais.
A redução de custos que não influencie na eficiência de processos é um desafio constante de empresas e gestores. Nessa busca, o machine learning toma papel importante e estratégico. O primeiro exemplo, é na diminuição da mão de obra necessária para a execução de tarefas repetitivas e que podem ser feitas por meio dessa tecnologia.
Outra forma dessa redução, é no gasto de eletricidade. Sabemos que a energia das empresas representa uma grande parcela dos custos. Em razão disso, já existem organizações que utilizam essa tecnologia para aprender e identificar os padrões de consumo de uma equipe, para que o machine learning monitore sistemas de energia elétrica, mas sem prejudicar a qualidade dos serviços ou a produtividade da empresa.
O machine learning é uma tecnologia que é capaz não só de aprender tarefas que a sua equipe faz, mas também de ignorar certas limitações que a mente e o corpo humano têm. Dessa maneira, terá resultados mais confiáveis em suas atividades e ainda reduz custos expressivos.
Para se aperfeiçoar ainda mais no assunto, continue em nosso blog e confira o artigo sobre como garantir uma boa análise de dados por meio de um software de gestão.
Como um conceito para definir um modelo de banco de dados, o Data Warehouse surgiu por volta da década de 1980. Ao longo dos anos, essa ferramenta vem sendo usada nos sistemas de gestão de empresas, justamente por ser capaz de armazenar e organizar uma grande quantidade de dados.
Nesse texto, nós explicaremos um pouco mais sobre como o Data Warehouse funciona e como ele pode ajudar uma empresa. Entenda!
Em português, Data Warehouse significa “armazém de dados”. Curiosamente, a tradução não está muito longe do significado dessa ferramenta. Um banco de dados no qual se guarda e organiza informações. Elas, além de armazenadas, também são catalogadas por assuntos e integradas em um único sistema.
De maneira geral, as empresas podem utilizar o Data Warehouse como um filtro de dados brutos. Isto é, ao utilizar esse banco de dados, é importante entender que as informações colhidas por ele, antes de serem armazenadas, passarão por um processo de modificação.
Os dados brutos (que podem pertencer a outros bancos de dados) são colhidos, avaliados e padronizados com o intuito de estarem em um só local. Dessa maneira, a empresa só tem acesso às informações relevantes, visto que todos os dados já foram analisados antes.
Agora que entendemos o que é Data Warehouse e como ele pode ser utilizado em uma empresa, saberemos quais são as suas principais vantagens.
Não é incomum encontramos sistemas de dados em que as informações contidas acabem sofrendo algum tipo de modificação. Isso pode acontecer por diversos motivos: erros da própria ferramenta ou porque alguém precisou realizar algum procedimento.
Contudo, em um Data Warehouse, por padrão, os dados antes de serem utilizados são filtrados e apresentados sem nenhuma possibilidade de alteração. Dessa maneira, há estabilidade ao que é apresentado.
O sistema Data Warehouse tem como uma das suas principais características a capacidade de integração. Aqui, a ferramenta é capaz de incorporar dados de vários sistemas de forma que eles fiquem padronizados. Sendo assim, é possível analisá-los em um único relatório sem dificuldades.
Outro benefício é oferecimento de um panorama das informações coletadas. Como os dados são filtrados, eles se tornam mais simples e sem erros. A administração ganha a possibilidade de fazer melhores projeções e planejamentos para as atividades da empresa.
Essa é uma das maiores vantagens de utilizar o Data Warehouse: a capacidade que essa ferramenta tem de ajudar nas tomadas de decisão. Como ela trará dados precisos, filtrados e organizados de acordo com a área, em momentos de escolhas importantes, como definir uma nova estratégia ou cortar gastos, o gestor só precisará acessá-los para se decidir.
A ferramenta trará informações estratégicas e as decisões poderão ser tomadas com base verídica — não apenas por intuição.
Nesse texto, vimos como o Data Warehouse é uma ferramenta crucial para qualquer empresa que necessita armazenar e gerenciar as suas informações, de modo a extrair o necessário para a sua tomada de decisão.
Gostou do nosso texto? Está precisando de um software para melhorar as análises estratégicas da sua empresa? Que tal entrar em contato com a nossa equipe? Temos o serviço certo para as necessidades do seu negócio!
Na tentativa de minimizar os danos causados por crises financeiras e pelo uso de recursos da empresa, gestores aplicam estratégias que só funcionam momentaneamente, mas que em médio e longo prazo podem trazer sérios riscos para a sobrevivência do negócio.
Diante disso, é preciso enxergar a gestão estratégica de custos como diferencial competitivo nas empresas.
Trata-se de uma questão de sobrevivência no mercado, visto que processos que são mal pensados e não são elaborados por meio de análises de dados e de toda a cadeia de valores acabam se tornando vilões, em vez de ferramentas que garantem o funcionamento e a saúde das corporações.
Pensando nesse contexto, este artigo explicará o que, de fato, é a gestão de custos e o passo a passo para que você implementar na sua organização. Acompanhe e compreenda.
A gestão estratégica de custos surgiu com a inovação tecnológica das empresas. Antes de serem usados softwares que automatizam e gerenciam boa parte dos processos financeiros, o gerenciamento era voltado apenas para a redução de gastos, de maneira que fosse possível diminuir os preços dos produtos ou serviços e, assim, manter a empresa em destaque.
Contudo, os modelos de negócios mudaram, uma vez que a gestão estratégica de custos é vista como diferencial competitivo para as empresas. Isso acontece porque, atualmente, esse controle passa a levar em consideração a relação entre despesas de um produto ou serviço e o gerenciamento financeiro do negócio.
Em outras palavras, a gestão estratégica de custos passa a estudar todo o processo de consumo, desde os fatores internos até os externos, como a satisfação dos clientes.
Portanto, esse conceito tem mais importância do que muitas empresas acreditam, pois é o responsável por colocar a organização em uma posição estrategicamente competitiva, mas sem se preocupar com custos somente como números, mas como uma cadeia de recursos financeiros.
Afinal, com as mudanças do mercado e dos hábitos de consumo da população, o preço não é mais o único fator relevante para as empresas que querem ter autoridade de marca e competitividade.
Em momentos de crise, por exemplo, empresas que têm um bom gerenciamento estratégico de custos acabam tendo recursos suficientes para contornar a situação e não saírem muito fragilizadas, principalmente em razão do controle de desperdícios e falhas.
Para trabalhar com a gestão de custos estratégica como diferencial competitivo, é preciso ter um processo de implantação bem-planejado e estruturado, pois diversos fatores devem ser considerados.
Antes de qualquer coisa, será necessário reunir todos os empresários e responsáveis da diretoria para apresentar o conceito de gestão de custos estratégica e envolvê-los nesse projeto de implantação. Esse deve ser o primeiro passo, pois os gestores serão os responsáveis pela implantação e supervisão.
Para isso, apresente o termo, explique quais são os benefícios para o negócio em médio e longo prazo e esteja aberto a ouvir opiniões, pois delas podem sair planos de ação.
A gestão de custos deve ser precedida por um mapeamento de processos, para que um projeto e um plano sejam desenvolvidos, sempre especificando a ordem de cada etapa e os períodos em que elas serão revisadas e mensuradas.
O próximo passo é colocar todas as informações que foram levantadas em um software, inclusive valores, dados e custos que foram identificados, sem desconsiderar nenhum, por menor que seja ou mais insignificante que pareça, pois eles deverão fazer parte de um cálculo preciso e o mais real possível.
Na sequência, deve ser feita uma análise de dados, para entender os custos de cada etapa de venda e todos os setores e unidades da empresa. Por fim, antes da implantação, é preciso apresentar todo esse projeto ao restante da empresa, ou seja, a toda a equipe de trabalho, pois sem engajamento nenhuma estratégia sobrevive.
Além disso, é de extrema importância revisar e avaliar os resultados da sua gestão de custos continuamente, já que é comum que as coisas sejam planejadas de uma maneira, mas funcionem de outra. Então, é preciso monitorar o andamento da estratégia e, sempre que possível, aperfeiçoá-la.
Claramente, a gestão de custos estratégica como diferencial competitivo é uma realidade para setores que têm alta e expressiva concorrência, pois qualquer gargalo produtivo, falha ou desperdício, por menor que seja, pode ser desastroso e inviabilizar a sobrevivência de uma organização.
Nesse cenário, destacamos o segmento de commodities — aquele que cuida de toda a matéria-prima que é originada no setor primário. Por serem negociadas na bolsa de valores e terem grande importância para a economia e o setor financeiro, os preços praticados pelas empresas dessa área são determinados pelo mercado. Isso acontece porque elas precisam visar o aumento da lucratividade.
É exatamente o contrário de negócios que não fazem parte desse setor, que tem os preços estabelecidos por critério próprio e, principalmente, em razão das estratégias de marketing a influência sobre o consumo. Bons exemplos são marcas de celulares e roupas.
Portanto, o principal diferencial para o sucesso e a competitividade do segmento de commodities é exatamente uma gestão de custos estratégica, que seja bem estruturada e tenha o engajamento de equipes e gestores, pois nenhuma empresa cresce sozinha e sem uma administração de excelência.
Além disso, grandes investidores e corporações procuram estudar as estratégias de gestão de uma empresa antes de investirem nela, pois sabem que o gerenciamento de custos diz muito sobre a saúde do negócio e que, mesmo que a organização passe por momentos conturbados, essa medida consegue eliminar gargalos e desperdícios em tempo hábil.
Você, como gestor, deve enxergar a gestão estratégica de custos como diferencial competitivo nas empresas e como ferramenta que garante não só o controle da sua cadeia de valores, mas também de desperdícios e falhas, pois esses são aspectos que influenciam na saúde e na imagem do seu negócio.
É impossível ter uma gestão de custos sem um software eficiente na sua empresa. Então, aproveite para entrar em contato conosco e conhecer as nossas soluções tecnológicas para controlar essa estratégia.
Para muitos gerenciadores, a tecnologia é a maneira mais simples para um potencial crescimento da empresa. Esse recurso indispensável torna-se cada vez mais presente com a internet das coisas. Até o ano de 2020, o número de dispositivos conectados vai ultrapassar a marca de 50 bilhões.
Entretanto, como se preparar para essa imersão digital no setor financeiro? Neste artigo, será abordado o conceito de internet das coisas, as suas vantagens e os benefícios de aplicá-la nos empreendimentos, além de dicas para a sua implementação. Boa leitura!
A “internet of things” (IoT) é a interação de diversos dispositivos eletrônicos entre si mediante a uma conexão com a internet. Esses objetos tornam-se inteligentes, pois passam a coletar e analisar dados com o objetivo de oferecer respostas a soluções momentâneas.
A IoT também pode ser entendida como uma expansão para um ambiente inteiramente digital. Em setores empresariais, isso molda a forma de fazer negócios, já que o gerenciamento é automatizado, trazendo mais eficiência produtiva.
Adotar e aplicar esse conceito com o objetivo de melhorar o posicionamento estratégico no mercado é muito significativo. Isso porque a IoT pode identificar os pontos falhos, oferecer dados confiáveis e agilizar os processos para uma tomada de decisão efetiva. A seguir, conheça as vantagens e os benefícios detalhadamente.
Com o mercado cada vez mais dinâmico e competitivo, entregar soluções com prontidão é algo primordial. Sendo assim, a IoT consegue suprir essa demanda por rapidez de processos porque todas as áreas estão conectadas e fornecendo dados a todo instante. Essa integração é capaz de eliminar problemas que atrapalham a produção.
A automação acaba com o esforço braçal e oferece uma solução 24/7, ou seja, um modelo de negócios sem interrupções. Também são eliminadas possíveis falhas humanas por limitações biológicas e falta de concentração. O software passa a executar todas as ações estabelecidas de acordo com a meta da companhia. Outra vantagem é a redução nos custos, que contribui para um aumento expressivo no lucro.
É um assunto muito abordado em uma firma, visto que abrange desde a concepção e segue até a distribuição. Com a IoT, todas as informações relacionadas a segredos industriais estão protegidas e armazenadas em programas autônomos. Isso sem se desfazer de políticas de acesso bem estabelecidas e direcionadas.
Além disso, sensores conectados por internet mostram se a linha de produção está funcionando com eficiência. Os rastreadores analisam o percurso de transporte do produto, evitando problemas de extravios de cargas, pois o monitoramento é simultâneo.
Na prática, isso se dá com setores conversando uns com os outros de forma instantânea e trabalhando juntos para oferecer soluções. Essa coleta em grande volume de informações oferece a oportunidade de organizar e classificar tudo o que ocorre na parte estrutural da firma, envolvendo funcionários, máquinas, materiais e outros elementos. Diante disso, setores financeiros e administrativos tem muita facilidade em fazer uma análise com precisão do empreendimento.
Uma das partes mais essenciais para uma organização é o setor financeiro, e a IoT tem disponibilizado importantes inovações nesse ramo. O Enterprise Resource Planning (ERP) é umas das dicas para integrar informações, como despesas, fluxo de caixa e faturamento, mas isso pode ir adiante, de modo a aumentar os ganhos e diminuir os gastos. Por exemplo: com o monitoramento de setores em tempo real, é possível analisar o que funciona ou não na produção; com a IoT, o marketing se torna mais direcionado, com maior volume de dados, e evita gastos desnecessários; informações sobre gestão na manutenção de equipamentos diminuem o impacto negativo no caixa; análises de logística/estoque vão influenciar o fluxo de vendas com o objetivo de aumentá-lo.
A internet das coisas é utilizada para agilizar os processos, levando à conclusão de tarefas com rapidez. Esse facilitador da nova revolução industrial está dinamizando as empresas que oferecem serviços ou produtos. Assim, os recursos podem ter outros direcionamentos na instituição.
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O volume de dados que uma empresa precisa lidar é, de fato, muito grande. São centenas de informações e, cada vez mais, diferentes setores do mercado estão expostos a dados mais complexos e que exigem uma capacidade de captura potente.
Um novo modelo de armazenamento se faz mais do que necessário e é aí que o Data Lake entra. Essa ferramenta representa uma evolução na maneira como os dados são capturados, mostrando que nem sempre a padronização pode ser a solução.
Neste texto, nós vamos mostrar para você quais são os principais pontos dessa tecnologia. Entenda!
Um dos principais propósitos da criação de um sistema como o Data Lake é o armazenamento de dados inalterados. Ou seja, a conservação das informações sem qualquer tipo de filtro, da maneira que elas são encontradas, isto é o que chamados de Data Lake.
Como sabemos durante um bom tempo (3 décadas), o armazenamento de dados se baseou no sistema de Data Warehouse, em que dados eram capturados de maneira filtrada, organizados e processados. Apesar da vantagem da padronização, é possível que nesse processo informações importantes sejam perdidas, impossibilitando o encontro de novas soluções por parte dos analistas.
Para a quantidade de dados existentes no Big Data, ferramentas como o Data Lake demonstram uma evolução no armazenamento. Quer dizer, é uma base de informações brutas em que analistas podem avaliar o que realmente pode ser utilizado.
Existem diversas vantagens do uso do Data Lake para a gestão das informações de uma empresa. Aqui separamos as principais. Confira!
O Data Lake é um sistema capaz de armazenar uma alta carga de dados, afinal, seu objetivo é capturar informações brutas. Por causa disso, tende a ser bastante rápido, já que não é necessário passar por nenhum filtro prévio.
Sistemas como o Data Warehouses têm como norma o acesso mais restrito, voltado apenas para os profissionais responsáveis por gerenciar os dados coletados. Claro, sabemos que é uma questão de segurança, porém, isso limita as possibilidades que essas informações podem trazer.
Com o Data Lake, o processo é diferente, os dados estão acessíveis para serem compartilhados com diferentes pessoas sem a necessidade de uma equipe de TI para dar suporte.
Com um acervo de dados volumoso e bruto, obviamente, a análise deverá ser mais aprofundada. Afinal, é preciso avaliar todas as informações por meio de metadados, com descrições da origem, tema, objetivo etc.
A forma como essas informações estão armazenadas no Lake obriga que sua análise seja avançada para que nada passe e, mesmo que algo seja deixado, há sempre a chance de recuperá-lo.
Existem 4 passos fundamentais para se construir um Data Lake funcional para a gestão de informações. Vamos conhecer cada passo.
O passo de ingestão dos dados é onde as informações são capturadas sem nenhum tipo de filtro. Esse estágio é separado dos sistemas de TI comuns. O importante aqui é não deixar que as informações armazenadas se acumulem e que tudo vire uma espécie de Data Swamp (pântano de dados).
A partir daqui os responsáveis pelo monitoramento de dados entram em cena. Os analistas devem acessar o Data Lake e podem começar a fazer experimentos (criar modelos de análise) e também avaliações padrões.
O Data Lake já pode ter as subdivisões do Data Marts, a empresa pode escolher armazenar os dados que não são usados constantemente, conhecidos como frios. Porém, esses dados não ficarão inativos, eles podem ser usados para insights posteriores.
Nesta etapa, o Data Lake já faz parte dos processos da empresa, ele substitui o armazenamento de dados padrão e se transforma em um serviço para acesso de dados.
Bem, esperamos que este texto tenha esclarecido todas as suas dúvidas sobre o Data Lake. Quer continuar aumentando os seus conhecimentos? Então acesse o nosso texto sobre o Big Data!
Em um mercado acirrado, a governança corporativa nas empresas tem, cada vez mais, importância e influência sobre suas taxas de sucesso, e longevidade.
Para que um negócio tenha, de fato, uma boa relação com clientes e investidores, é fundamental que ele faça uso de boas práticas de gestão. Essa atitude, por si só, melhora de forma significativa sua imagem, um benefício que pode abrir caminho para a captação de recursos, por meio de crédito e aportes.
Outro ponto importante é que, uma vez que essa credibilidade está diretamente ligada ao grau de confiabilidade de uma empresa, sua adução tende a deixar os clientes mais confortáveis. O que torna o ambiente mais propício para negócios.
Essas boas práticas de gestão, capazes de criar tais benefícios, estão diretamente ligadas à governança corporativa nas empresas, continue a leitura e descubra o que ela é e como adotá-la.
Entende-se por governança corporativa o conjunto de políticas, cultura e regulamentos internos que pautam a gestão de uma empresa, com a finalidade de torná-la mais transparente e eficiente.
Basicamente, o objetivo da governança corporativa nas empresas é otimizar sua gestão e conceder mais transparência às decisões tomadas pela equipe de gestão. O que permite que os colaboradores do negócio, clientes, investidores e instituições financeiras consigam compreendê-las com mais facilidade.
A clareza no processo para tomada de decisões e o aumento da confiabilidade da empresa é baseado em alguns princípios fundamentais. Continue lendo e conheça cada um deles.
O primeiro princípio, e provavelmente o que tem mais importância, é a transparência. Isso porque, se ela não for adotada corretamente, as demais atitudes dificilmente atingirão o sucesso planejado.
Basicamente, é importante que as empresas, interessadas em adotar a governança corporativa, criem canais para difundir informações a respeito de suas decisões, atividades e resultados, sejam eles bem-sucedidos ou não.
Por meio dessa atitude, a empresa é capaz de manter seus colaboradores inteirados, o que aumenta o sentimento de engajamento.
Outro resultado promissor da transparência é que, uma vez que clientes e investidores têm mais facilidade em levantar informações sobre uma empresa, eles se sentem mais seguros em fazer negócios com ela, ou realizar aportes.
Quando falamos em boas práticas de gestão, nos referimos às estratégias de atuação que beneficiem, de modo igualitário, todos os sócios e investidores da empresa. Por esse motivo, um dos princípios fundamentais da governança corporativa é a equidade entre sócios.
Se ela não for devidamente realizada, a imagem do negócio pode ser arranhada, o que prejudica sua relação com sócios, investidores, instituições financeiras e, até mesmo, com clientes. Além disso, práticas ruins nessa área podem gerar processos judiciais, o que prejudicaria ainda mais a reputação da empresa.
Por esse motivo, é fundamental que as decisões, tomadas pela gestão do negócio, beneficiem seus sócios como um todo.
É cada vez maior o número de gestores que compreendem a importância de sua empresa, frente às questões de cunho social, e adotam políticas alinhadas a elas. É importante ressaltar que esse processo deve começar de forma interna, criando um ambiente adequado para que os colaboradores da empresa desempenhem suas funções.
Ao assumir seu papel como uma empresa socialmente responsável, as companhias em questão, além de melhorar a sociedade em que estão incluídas, tem benefícios em sua imagem, o que se reflete de forma positiva em sua relação com clientes.
Embora todos os princípios citados até agora sejam muito importantes, seus efeitos serão limitados se as informações, referentes a eles, não forem devidamente divulgadas. Nesse contexto, a prestação de contas, o último princípio a ser citado, mostra sua importância.
Diretamente relacionada a transparência, a prestação de contas nada mais é do que o processo de divulgação de todas as práticas e resultados, referentes aos princípios citados, por meio dos canais da empresa.
Por fim, é importante ressaltar que, para manter o princípio de transparência, as informações divulgadas devem ser totalmente verdadeiras, independentemente do fato de serem positivas ou negativas.
A implementação da governança corporativa nas empresas é um processo que tende a criar profundas mudanças, no modo como suas operações costumam ser realizadas. Para que ela seja bem-sucedida, algumas atitudes devem ser tomadas, continue lendo e aprenda mais sobre elas.
Para que uma organização possa atuar de forma organizada, tomando decisões de forma ágil e se adaptando mais facilmente a mudanças de mercado, ela precisa de uma liderança competente. Se a empresa não contar com essa liderança, dificilmente será capaz de crescer.
Portanto, o primeiro passo para a implementação da governança corporativa é eleger o time de controladores responsáveis por gerir o negócio. Cabe a essa equipe definir as tarefas dos colaboradores, os rumos da empresa e as prioridades em sua estratégia de atuação.
A hierarquia estabelecida na empresa deve ser respeitada, mas ela não tem poderes absolutos. Ela deve ser acompanhada por um conselho, formado por sócios da empresa, investidores e profissionais experientes e capacitados.
Sua finalidade é monitorar a atuação da equipe de gestores e prestar auxílio em suas decisões.
A deliberação, entre a gestão da empresa e o conselho consultivo, deve ocorrer em reuniões. Para que o desempenho dos gestores, e das estratégias adotadas por eles, seja acompanhado mais de perto, é importante que tais eventos ocorram com frequência.
Esse é o momento para que a troca de informações, entre pessoas com as devidas capacitações e experiência, discutam o futuro da empresa, com base em relatórios confiáveis, e tomem as decisões que definirão a atuação do negócio.
Respeitando o princípio de equidade, nas reuniões a voz de todos os sócios, ou investidores, deve ser ouvida. Enfim, é válido ressaltar que todos os assuntos, discutidos durante o evento, devem ser devidamente registrados em ata.
Embora a implementação da governança corporativa nas empresas seja um processo complexo, os resultados auferidos por ela, tendem a compensar todo um trabalho por meio da otimização na gestão do negócio.
Uma situação que abre espaço para um aumento significativo no seu desempenho, o que apresenta resultados óbvios em sua rentabilidade.
Além da governança corporativa nas empresas, outras atitudes podem ser tomadas para melhorar o desempenho de um negócio. Entre essas atitudes, podemos citar a governança de dados. Descubra como ela funciona!