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Estratégias que otimizem o gerenciamento financeiro de uma companhia de grande porte são indispensáveis para a tomada de decisões. Afinal, todas as ações realizadas pelo time de gerentes e diretores estão aliadas ao planejamento financeiro e ao detalhamento do fluxo de caixa. Para tanto, o controle de despesas e gastos deve oferecer informações extremamente consistentes.

Veja, a seguir, 5 dicas de gestão para aprimorar ao máximo o controle de despesas e gastos. Entenda como analisar as finanças da companhia com eficácia, de modo a descartar prejuízos e indicadores negativos.

1. Planejamento financeiro

Para conquistar os melhores resultados, a empresa deve seguir um detalhado planejamento financeiro. Utilizando bons softwares, é possível analisar e prever os gastos estimados para o período, bem como a receita. Deve-se salientar que, para tais análises, devem ser consideradas todas as despesas fixas da companhia.

2. Organização do fluxo de caixa

Aliado ao planejamento financeiro, um fluxo de caixa organizado e claro deve ser considerado. Para organizar com clareza todas as despesas, receitas, contas a pagar e receber, investimentos e demais indicativos, é interessante:

3. Planejamento de estoque

Um estoque mal planejado gera despesas desnecessárias e, diretamente, acomete as finanças da companhia. A empresa deve investir no planejamento do estoque, sempre considerando os índices das vendas: manter estocado um item que não possui saída gera grandes custos de armazenamento, o que não é interessante.

O método mais eficaz para organizar o estoque e planejá-lo visando um maior retorno financeiro à companhia, é a utilização de softwares de gestão de estoque. O processo quando automatizado reduz o risco de erro e, consequentemente, o prejuízo.

4. Antecipação de pagamentos

Existem algumas decisões que valorizam a reputação das empresas, principalmente perante os fornecedores. Uma delas é antecipar os pagamentos ou realizá-los na data prevista para o vencimento.

Se o fornecedor de produtos ou serviços oferecer descontos consideráveis para a quitação antecipada, é interessante avaliar a medida. Além de boa imagem, a antecipação também favorece o crédito. Para as finanças da empresa, os descontos significam economia de recursos que, em outros cenários, podem ser úteis.

5. Contratação ou demissão de colaboradores

Contratar e demitir um funcionário são processos que envolvem custos. Definir a hora exata de movimentar o quadro de colaboradores é uma estratégia que auxilia diretamente no controle de despesas e de gastos. Adicionalmente, deve-se considerar a real necessidade de investimentos em treinamentos, principalmente realizados por parceiros externos.

O grande segredo do controle de despesas e gastos está na adoção de processos que simplifiquem a tomada de decisões. Obter informações precisas e consolidadas — por meio de processos automatizados — reduz o risco de decisões errôneas e, também, de prejuízo.

Gostou deste post? Ficou com alguma dúvida em relação ao assunto? Deixe um comentário!

Estar à frente de uma empresa requer muita responsabilidade, conhecimento e experiência para tomar as decisões que moldam o rumo do negócio. Mas, com um mercado cada vez mais competitivo, os gestores de negócios precisam saber muito mais do que dar ordens. Eles precisam de habilidades que estimulem as pessoas ao seu redor, favoreçam a criatividade e priorizem a eficiência.

Essas características, que são natas para alguns, demandam algum treino para outros. Mas com dedicação, toda pessoa com capacidade de liderança pode desenvolver. Veja, a seguir, as habilidades essenciais aos gestores de negócios e comece já a cultivá-las no seu dia a dia.

Adaptabilidade

Durante a carreira, os gestores de negócios passam por diversas evoluções de mercado, inovações tecnológicas e diferentes equipes. Por isso, a adaptabilidade é tão importante nessa função.

Para conquistar e manter uma posição de destaque, a empresa precisará acompanhar cada mudança e o gestor é o principal responsável por fazer a evolução acontecer. Sendo assim, esteja sempre em busca de novas e melhores formas de trabalhar, fique por dentro das tecnologias e não hesite em pedir ajuda nas áreas que não são do seu domínio. Se estiver disposto a aprender, sua carreira e sua empresa jamais ficarão estagnadas.

Resiliência

Uma crise é o momento em que um líder mais se faz necessário. Como gestor, grande parte do seu trabalho é solucionar problemas, lutar contra essa característica da função só gera estresse e frustração.

Um profissional equilibrado é resiliente sobre isso. Ele sabe que, depois da tempestade, vem a calmaria, mas não demora muito para que outra tempestade ocorra. Aceite o desafio da crise como uma oportunidade de mostrar seu valor e evite que os dias de turbulência abalem sua integridade psicológica ou afetem sua vida pessoal.

Polivalência

Uma das principais funções do gestor é conectar equipes que executam diferentes tarefas, a fim de fazer com que elas trabalhem de forma coordenada. Para isso, ele deve ter um bom entendimento de cada área, do marketing à produção, e entender as peculiaridades de cada processo.

Evite rotular estágios como mais ou menos importantes, procure visitar com frequência cada um dos setores e ficar a par das dificuldades e evoluções. Estimule o contato entre equipes sempre que possível.

Proatividade

Um líder proativo está sempre se antecipando aos problemas, procurando por soluções e formas inovadoras de evitar que eles ocorram novamente. A proatividade é uma das características mais preciosas de uma equipe, e precisa ser cultivada pelo líder.

Estimule essa qualidade nas pessoas sendo o exemplo, estando sempre aberto a sugestões e valorizando o diferente. Não tenha medo de errar e voltar atrás, pois o medo faz com que ideias (que poderiam ter sido ótimas) deixem de ser colocadas em prática.

Delegação

Por fim, um gestor de negócios precisa saber quais tarefas delegar e para quem delegar. De nada adianta ter todas as características essenciais de um líder se você não as usa para liderar e acaba fazendo tudo sozinho. O acúmulo de funções reduz o desempenho pessoal do gestor e centraliza a equipe de trabalho em uma única figura, em vez de integrar. Se você se sente sobrecarregado, talvez não esteja delegando o suficiente.

Conheça as habilidades das pessoas ao seu redor e acompanhe suas evoluções, a fim de determinar quem se sairá bem com cada tarefa. Assim, ao mesmo tempo em que poderá delegar as atividades com conhecimento de causa, você também construirá uma maior confiança no trabalho dos seus colaboradores e poderá focar em outros assuntos.

Com essas qualidades no seu currículo, você estará no rumo certo para o sucesso. Pronto para colocar cada uma dessas habilidades em prática? Tem mais alguma dica para gestores de negócios? Vamos trocar experiências! Deixe um comentário!

O atual mercado competitivo exige não só que as empresas se posicionem bem no segmento, mas, principalmente, que consigam ter uma boa gestão administrativa, capaz de transmitir confiança. Isso quer dizer que não basta fazer um trabalho satisfatório, é preciso que ele siga métodos e que resultem em excelência.

A questão é que não existe uma fórmula pronta para que todas as organizações possam usar, sendo necessário ajustar-se à realidade e à necessidade de cada uma. Com esse equilíbrio encontrado, e tendo pessoas empenhadas em prol do mesmo fim, é possível obter ótimos resultados.

Quer saber mais acerca do tema? Entenda a importância da gestão administrativa para os negócios e veja como ela pode gerar ótimos resultados.  Boa leitura!

 

Conheça os benefícios de uma boa gestão administrativa

Fazer uma boa gestão administrativa traz diversos benefícios para uma empresa. A seguir, vamos abordar alguns dos mais importantes e que causam os maiores impactos no cotidiano corporativo. Confira!

 

Manutenção da saúde das finanças

Sem controle dos gastos, redução do desperdício, e, principalmente, confiança nos dados, fica impossível manter as finanças em dia. Conseguindo organizar todas as áreas da empresa, inclusive o departamento financeiro, fica mais fácil gerenciar o fluxo de caixa.

Estabelecer a periodicidade e as formas de fazer esse controle é de grande valia. Além disso, é preciso centralizar as informações, evitando duplicidade e erros na hora de enviá-las para outros locais.

Para isso, é preciso substituir as diversas planilhas por um sistema confiável, em que poucas pessoas tenham acesso às edições.

Aumento da produtividade

É possível identificar quais equipes desenvolvem melhor uma tarefa e deixá-las focadas nos seus pontos fortes. Identificar as falhas nos processos e corrigi-las resultará em uma metodologia mais eficiente, que reduz o desperdício de tempo e, muitas vezes, de recursos.

Com a identificação e a correção das falhas, é possível produzir mais em menos tempo, utilizando menos recursos — o que garante melhores resultados.

Auxílio no atingimento de metas

Atingir as metas e resultados muitas vezes é reflexo de uma boa gestão administrativa. Isso porque o foco passa a ser a criação e a implantação de processos mais eficientes e que garantem o alcance dos objetivos planejados.

Os gestores passam a concentrar os esforços em atividades intelectuais e não braçais, e conseguem ter uma melhor percepção. Além disso, a realização do controle passa a ser mais fácil.

Geração de satisfação em clientes e colaboradores

Processos mais eficientes refletem na qualidade e nos prazos, o que faz com que os clientes tenham as suas necessidades atendidas e superadas. O relacionamento com eles também pode se tornar mais próximo para compreender melhor suas necessidades e ter produtos e serviços que possam supri-las.

Os colaboradores também ficam mais satisfeitos ao perceberem que não há um desgaste tão grande e um desperdício de energia em tarefas irrelevantes. Eles ainda passam a ser mais ouvidos e a fazer parte do processo de transformação, sendo cada vez mais valorizados.

Promoção de tomadas de decisões fundamentadas em dados

As tomadas de decisão ocorrem fundamentadas nos resultados. Isso quer dizer que, como se tem um acompanhamento de tudo o que está ocorrendo, existem registros. E com base nesses registros consegue-se tomar decisões mais acertadas, analisando os cenários passados, atuais e planejando-se para o futuro.

A gestão administrativa ajuda a melhorar os resultados como um todo e a trabalhar os processos.

Confira dicas de como fazer uma gestão administrativa efetiva

Fazer uma boa gestão administrativa requer dedicação, muito estudo e efetividade nos processos. Veja as dicas que separamos abaixo para garantir uma gestão administrativa eficiente para a sua empresa.

Faça um bom planejamento

É impossível fazer uma gestão eficiente sem um bom planejamento. É ele quem determina todas as diretrizes que a organização precisa seguir para obter o sucesso desejado. Por isso, é fundamental que os objetivos estratégicos sejam muito bem definidos e estejam bem claros para todos os colaboradores.

Dedique-se a definir metas simples e factíveis e certifique-se de que elas estejam alinhadas aos objetivos estratégicos. Crie indicadores para acompanhar o andamento dessas metas, mas tome bastante cuidado para não criar medidores desnecessários.

Esteja atento a todos os processos da empresa

Acompanhe de perto todos os indicadores. Garanta que cada processo tenha uma pessoa responsável por mantê-lo e fazer a apuração de seus resultados. Essa pessoa deve reportá-los periodicamente e justificar os principais desvios. Além disso, ela deve ser capaz de propor um plano de ação sempre que um indicador não apresentar bons resultados.

Dessa forma, qualquer problema que um processo apresente será tratado ainda no início, antes que tome grandes proporções e torne-se incontrolável. Essa pode ser a grande diferença entre o sucesso e o fracasso de uma empresa.

Faça avaliações periódicas do desempenho da companhia

Reúna-se com os gestores da sua empresa, no mínimo, uma vez por mês para conferir os resultados gerais de cada área. Assim como os processos, os gestores precisam ter metas para garantirem o bom andamento do planejamento estratégico.

Em setores mais críticos, o ideal é fazer reuniões quinzenais ou semanais. A periodicidade dependerá da característica de cada setor e do grau de impacto que ele surte nos resultados gerais da organização.

O ponto primordial é que esse acompanhamento nunca seja menosprezado. Por mais atribulada que esteja a sua agenda, essa avaliação constante é o que garantirá que a empresa está indo bem e que a lucratividade está sendo mantida.

 

Comunique-se sempre com a equipe

Os problemas de comunicação são os maiores vilões dentro das organizações. Nada pode ser mais destrutivo, dentro de uma empresa, do que a famosa “rádio peão”.

Muitos boatos podem ser evitados, mantendo uma comunicação clara, transparente e direta com seus gestores e, estes, com sua equipe. As fofocas de corredor podem afetar o clima organizacional e, consequentemente, a produtividade geral dos colaboradores.

Além disso, a falta de comunicação pode fazer com que os gestores tomem decisões erradas ou precipitadas, em desacordo com os objetivos pretendidos pela organização. Garanta que todo o corpo de profissionais esteja alinhado e a par de todos os direcionamentos do planejamento estratégico.

Um último ponto importante é atentar aos fatores que podem prejudicar a gestão administrativa de uma organização. Para evitar que um dos fatores mais prejudiciais afete a sua empresa, confira o nosso artigo “Gestão de custos empresariais: erros comuns”. Vamos lá!

Alcançar a eficiência na gestão de custos é fundamental para que os resultados financeiros sejam aprimorados e a empresa consiga se manter competitiva no mercado. Para isso, é necessário planejar cuidadosamente os aspectos inerentes a essa área, além de evitar alguns erros que comprometem o sucesso do negócio.

A seguir, vamos falar mais sobre esses problemas, quais suas consequências e como eles podem ser evitados. Confira!

1. Não fazer o registro das operações

O registro das operações é necessário para manter o controle da empresa. Quando ele deixa de ser feito — ou é feito de forma negligente — fica praticamente impossível identificar quanto de dinheiro está entrando no caixa, quanto a empresa tem gasto pagando as contas, a quantidade de vendas realizadas em determinado período, entre várias outras coisas.

Sendo assim, é indispensável registrar tudo que é feito, até mesmo as retiradas ou vendas de pequenos valores, que podem ser consideradas irrisórias, mas que, quando se acumulam, provocam um grande furo nas contas.

2. Deixar de acompanhar o fluxo de caixa

O fluxo de caixa é o controle utilizado para registrar toda movimentação de capital que é realizada na empresa. Por meio dele, é possível tomar decisões estratégias a respeito do capital de giro, da composição dos estoques e do equilíbrio entre contas a pagar e a receber, por exemplo.

O ideal é revisá-lo diariamente, buscando inconsistências ou registros que não foram realizados. Essa frequência facilita a identificação de falhas e as ações tomadas se tornam mais eficazes do que se fossem apontadas depois de um mês, por exemplo.

3. Desconhecer os custos

Quando não se sabe ao certo quais são os custos totais das operações — incluindo o custo dos produtos, dos estoques, despesas gerais, mão de obra, entre outros…, não é possível controlar o que a empresa gasta e, muito menos, encontrar meios de reduzir seus impactos, que afetam, principalmente, a lucratividade da organização.

Além disso, esse conhecimento é necessário para que a precificação seja feita da forma mais assertiva possível, oferecendo um preço justo para os clientes, mas que ao mesmo tempo seja suficiente para cobrir os custos e ainda gerar um lucro satisfatório.

  1. Não fazer uma precificação adequada

Bolar uma estratégia de precificação adequada é fundamental quando falamos em sobrevivência e mesmo em crescimento das organizações. Porém esta estratégia deve ser muito bem planejada, levando em consideração os custos e despesas da organização e o que o cliente percebe como valor – que é o que define o que ele está disposto a pagar pelo que irá levar em troca.

Estabelecer um preço muito acima sem justificativa faz com que o volume de vendas caia, ao mesmo tempo que reduzir os preços sem um embasamento (como a redução de custos, por exemplo) prejudica seriamente os resultados financeiros.

  1. Utilizar controles manuais para fazer a gestão de custos

Com tantos controles e acompanhamentos que precisam ser feitos, além do grande volume de informações geradas no dia a dia, a realização de tarefas manuais faz com que os processos estejam mais sujeitos a erros e a necessidade de retrabalho – além de tornar os dados menos confiáveis.

Nesse sentido, o investimento em um software de gestão é essencial. Além de automatizar as atividades, auxiliar no processo de análise e tomada de decisões e tornar as informações mais seguras, um sistema auxilia no aumento da agilidade, da produtividade e na redução de custos.

No artigo de hoje, citamos apenas alguns dos vários erros na gestão de custos que devem ser evitados. O ideal é que o gestor avalie suas atividades constantemente, buscando por falhas e gargalos que afetam os resultados, e encontre soluções para minimizar — ou mesmo eliminar — esses problemas.

Agora aproveite os comentários e compartilhe conosco quais são suas experiências e opiniões sobre este assunto!

Uma empresa precisa ter um atendimento ao cliente satisfatório e um processo produtivo ou de prestação de serviços que seja impecável. Disso, está todo mundo ciente. Mas e com relação às finanças? Será que apenas os funcionários do setor financeiro devem entender de finanças e dos conceitos relacionados a ela?

Vamos ver, neste artigo, quem deve fazer cursos de gestão financeira dentro de uma empresa e por quais razões isso deve acontecer. Confira!

Os conteúdos de um curso de gestão financeira

Em um curso de aperfeiçoamento em gestão financeira, assuntos como capital de giro, índices econômico-financeiros, fluxo de caixa, orçamento, estrutura de capital, solvência financeira, dentre outros, são vastamente explorados.

Esse conteúdo tem o objetivo principal de fazer com que qualquer profissional, não importa a área de atuação dentro da empresa, possa entender os impactos e a importância do controle financeiro da organização.

A necessidade de cursos de gestão financeira

É natural que um gestor de projetos tenha que fazer um curso desses. Mas será que o chefe do departamento de recursos humanos ou o encarregado da produção também necessitam de tal treinamento e conhecimento?

A resposta é sim para os dois casos. Em todos os setores de uma empresa há a definição de verbas orçamentárias para cada área. No caso de recursos humanos, há treinamentos internos e gastos no recrutamento e na seleção de novos funcionários, além dos gastos rotineiros do departamento.

Pensando no setor produtivo, o encarregado da produção, por saber exatamente os componentes incluídos em todos os produtos, pode ajudar de maneira muito estratégica na redução dos custos e dos fatores produtivos. Ninguém melhor do que ele para identificar se determinado componente pode ser retirado do processo produtivo ou não, tudo isso sem prejudicar a qualidade do produto e garantindo a manutenção do nível de satisfação dos clientes.

Os benefícios para a empresa

Os cursos de gestão financeira possuem uma linguagem bem direta e generalista, fazendo com que qualquer setor de uma empresa possa ser encaixado nos conteúdos que são apresentados no seu desenrolar.

Gastos com pessoal, por exemplo, e desempenho setorial são termos muito utilizados em um curso de gestão financeira, e que farão com que qualquer funcionário possa se identificar e fazer analogias com o próprio trabalho que realiza em uma entidade.

No curto prazo, normalmente os benefícios são a mudança de práticas e de procedimentos, tanto administrativos quanto operacionais. Formas viáveis de redução de custos normalmente são vislumbradas em um curso de gestão financeira, e fácil e rapidamente aplicadas dentro da empresa.

Pensando no longo prazo, essas práticas tendem a se enraizar, fazendo com que o comportamento dos funcionários seja alterado, transformando a economia em procedimento padrão, levando a uma situação em que não somente a empresa, mas todos os funcionários ganhem também.

Quando uma empresa consegue reduzir os seus custos de maneira coerente e responsável, os funcionários também obtêm benefícios diretos, como o aumento de salários, a redução de carga de trabalho ou a melhor divisão das tarefas. De qualquer forma, todos saem ganhando.

Os cursos de gestão financeira são uma boa estratégia de crescimento do conhecimento por parte dos funcionários de uma empresa e melhoria geral do nível de satisfação interna, já que os processos tendem a ser aperfeiçoados com o tempo.

Gostou desse conteúdo? Então compartilhe este artigo nas redes sociais e faça com que outras pessoas tenham acesso a essas informações sobre os cursos de gestão financeira!

Toda empresa, independentemente do seu porte, sempre pensa em criar e entregar os melhores produtos e serviços. Essa é uma posição louvável, mas principalmente no mundo atual, é inadmissível não ter como rotina a análise de dados. Não basta apenas desenvolver ótimas soluções e nem mesmo focar apenas na direção da captação de novos clientes.

É preciso um olhar crítico e, por meio da análise de dados, extrair o máximo de informações para serem úteis nas tomadas de decisão do negócio. Continue acompanhando e entenda a importância da análise de dados para a sua empresa!

Gestão de clientes

Toda empresa quer clientes novos, não é verdade? A empresa vai crescendo, fazendo sucesso, tendo uma quantidade significativa de novos clientes, mas como ficam os clientes antigos? Será que estão recebendo a atenção necessária? Na maioria das vezes, não!

É mais fácil e menos custoso manter bons clientes do que captar novos. Esse objetivo pode ser alcançado por meio da análise de dados.

Por isso, é extremamente importante cuidar do cadastro dos seus clientes. O cadastro inicial e as novas informações que podem ser conquistadas ao longo do relacionamento entre o cliente e a empresa são essenciais.

Esses dados precisam ser analisados e o mais rápido possível. Eles precisam ser trabalhados e olhados com o objetivo de estreitar o relacionamento com esses clientes, pois só assim você manterá uma carteira sólida. Sem isso, você poderá começar a perder bons clientes.

Objetividade estratégica

Falamos em olhar de modo mais crítico para nossa base de clientes, mas com quais objetivos? Além disso, não são apenas esses os dados existentes na companhia. Dependendo do tamanho da empresa ou do mercado em que está inserida, uma quantidade de dados pode estar disponível para serem acessados com poucos cliques.

Por isso, ter os objetivos bem planejados é fundamental para uma boa análise dessas informações. É importante também compreender que, sem a ajuda da análise de dados e da criação de métricas bem delineadas, metas e objetivos podem não passar de um sonho. Portanto, pense nisso, determine suas metas e, por trás delas, crie métricas sólidas para alcançá-las.

Organização de dados

Se análise de dados é tão importante, o cuidado com essas informações deve ser o melhor! Quem cuida dos dados de sua empresa? Pense nisso, e converse com essa pessoa. Ou, caso seja uma área, vá até lá e entenda como tudo acontece.

A análise de dados só é possível graças a uma boa coleta desses dados e uma organização deles. Quanto mais fidedignos forem os dados e melhor organizados estiverem, maior a capacidade de analisá-los e de gerar informações com potencial de ajudar o negócio.

Acompanhamento minucioso

Análise de dados não é uma tarefa simples e não deve ser feita apenas uma vez. É preciso ter periodicidade nos estudos. Estes dados devem ser acompanhados semanalmente, mensalmente ou da melhor maneira para seu negócio. Quando se tem metas e objetivos, eles devem ser embasados na análise de dados.

Contudo, essas análises de relatórios e indicadores desenvolvidos devem ser rotineiras para tudo ser acompanhado de perto. Com isso, é possível verificar, com antecedência, determinadas situações, factíveis da criação de novos planos de ação. Mas isso só é possível se esses números da companhia forem muito bem coletados, bem organizados, bem analisados e acompanhados de perto.

Mensuração de dados

Sem métricas não é possível gerenciar verdadeiramente nada – é impossível gerenciar o que não se pode medir. É preciso estabelecer o caminho que a empresa deseja seguir, por meio de metas e objetivos. Em seguida, determinar indicadores para alcançar esses pontos. A partir disso, utilize a análise dos dados na companhia e acompanhe tudo periodicamente.

Desse modo, você conhecerá, com cada vez mais precisão, a empresa e seu comportamento. É preciso medir tudo! A análise de dados trará, aos poucos, mais “saúde” e prosperidade aos negócios da sua organização.

E então, nosso texto te ajudou a entender a importância da análise de dados? Compartilhe sua opinião nos comentários abaixo!

A crise que se instalou na economia do país atingiu os ganhos de muitas empresas. Nesse cenário de incertezas, é papel de um bom administrador reavaliar o negócio, buscando estratégias para reduzir custos, que, ainda, ajudam a aumentar o lucro. Assim, é possível passar por esse período de turbulências sem grandes impactos financeiros na organização.

Porém, isso deve ser feito com a concepção de um programa organizado e planejado. Tenha em mente que diminuir os gastos não significa simplesmente sair cortando-os de forma desordenada. É preciso entender a natureza de cada despesa e como ela está relacionada às vendas e aos lucros da empresa. Sendo assim, criamos este post com dicas de como reduzir custos de maneira inteligente e, além disso, aumentar os lucros do seu negócio. Confira!

Estabeleça metas

Identifique todas as despesas durante, pelo menos, os últimos seis meses. Depois de uma análise criteriosa, estabeleça metas de redução para cada item. Essa ação é denominada previsão de custos e deve ser feita mensalmente.

Além disso, os gastos da empresa devem ser acompanhados regularmente, comparando a previsão à quantidade efetivamente gasta mês a mês e verificando se a meta está sendo atingida. Caso a resposta seja negativa, deve ser feita uma análise sobre os possíveis motivos que estão dificultando o alcance dos objetivos.

Tenha cuidado com as falsas impressões

Um grande volume de vendas não significa, necessariamente, uma grande lucratividade. Muitas vezes, um aumento no número de vendas pode criar a impressão de prosperidade, enquanto, “por trás dos panos”, as despesas estão consumindo o lucro.

Para conquistar resultados reais, é preciso que o dinheiro gasto seja usado de forma eficiente. Isso pode ser alcançado aumentando o ticket médio — valor médio de compra por cliente —, otimizando o ROI (retorno sobre o investimento) das suas campanhas e, também, aprimorando seus procedimentos e métodos internos.

Analise seus custos percentualmente

Ao analisar seus custos, use porcentagens em vez de quantias de dinheiro. Isso porque, se suas vendas aumentarem, mas a quantia gasta com determinada despesa permanece a mesma, esse custo passa a representar uma porcentagem menor do volume de vendas. E quando você diminui a porcentagem dos seus custos, está aumentando a de lucros.

Por outro lado, se o seu volume de vendas permanecer o mesmo, você pode aumentar os lucros ao reduzir custos de um item específico. Dessa forma, você pode trabalhar com esses dois objetivos: diminuir despesas específicas e aumentar a produtividade em simultâneo.

Utilize um sistema de registro confiável

Antes de determinar se a estratégia de reduzir custos vai aumentar os lucros da sua empresa, você precisa de informações confiáveis sobre sua operação. Esses dados podem ser obtidos por meio de um sistema que ofereça gestão estratégica dos custos, da rentabilidade e do desempenho da organização — e que esteja integrado aos sistemas que a empresa já possui.

Com essa solução, é possível contar com análises gráficas, básicas e complexas, além da execução de simulações avançadas de possíveis cenários econômicos. Isso é importante para preparar relatórios mensais, budget e avaliações das suas operações.

Reavalie o regime tributário

Outra dica para reduzir custos é por meio da avaliação do seu regime fiscal. O gestor deve analisá-lo a fim de verificar se é o mais adequado para o volume do seu negócio. Isso porque a economia gasta no pagamento de impostos é uma forma de reinvestir em melhorias para a sua organização.

Saiba negociar com os fornecedores

Na hora de fechar negócio com seus fornecedores, é preciso considerar o preço e a qualidade do serviço ou produto. Um exemplo que pode prejudicar seu negócio é a substituição de um fornecedor por causa do seu preço, sem pensar na qualidade. Às vezes, o produto realmente vale aquele valor e compensa continuar com ele. Contudo, é preciso ter cuidado ao investir em um fornecedor mais barato, mas que ofereça um serviço de menor qualidade.

Portanto, saiba renegociar com seus fornecedores com o objetivo de reduzir custos. Isso pode garantir despesas menores e, ainda, melhorar sua margem de lucro. Além disso, é interessante não ter apenas um único fornecedor. Você pode diversificá-los como uma forma de evitar o risco de ficar sem produtos no seu estoque.

Contrate profissionais qualificados

Quando se fala em redução de gastos e gerenciamento de custos, muitos empreendedores já pensam em demitir funcionários. Porém, normalmente, esse não é o melhor caminho, pois sabemos que a demissão também gera custos para a organização. Por isso, é preciso ficar atento quando você opta por não continuar com determinados colaboradores. Isso porque seu negócio pode não conseguir atender todos os seus clientes. Sendo assim, na hora da contratação, é importante que os gestores busquem por profissionais qualificados.

Além disso, é relevante valorizá-los, fazendo com que eles se sintam necessários para a sua empresa. Você também pode investir em treinamentos internos para capacitar seus profissionais, evitando gastos com demissão e contratação.

Invista em ações de marketing

Atualmente, a tecnologia é uma grande aliada das organizações na hora de investir na divulgação de produtos ou serviços. As redes sociais, por exemplo, são um meio gratuito para promoção do seu negócio. Nelas, você pode divulgar sua marca, educar o consumidor, esclarecer dúvidas etc. Essas ações também contribuem positivamente para o relacionamento com o cliente — o que ajuda a aumentar seus lucros a longo prazo.

Além disso, é possível investir em estratégias de marketing digital que visam a reduzir custos e otimizar os processos. Em consequência, você tende a aumentar seus lucros. Nesse momento, é importante estabelecer metas e monitorar as ações de marketing para acompanhar os resultados e a sua real eficácia na redução das despesas.

Agora que você conhece algumas dicas para reduzir custos e aumentar o lucro do seu negócio, comece a colocá-las em prática. Dessa forma, é possível manter sua empresa sólida no mercado, sem prejudicar seu crescimento e promover melhorias que vão fazer a diferença. Lembre-se, também, de contar com a tecnologia para otimizar os processos e ter um melhor controle dos custos e rentabilidade da sua organização.

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Profissionais qualificados, ferramentas tecnológicas, boa estrutura de trabalho e gestão financeira eficiente: esses são alguns fatores determinantes para que uma empresa possa se desenvolver e se destacar no mercado.

Porém, para que tudo aconteça de acordo com o planejamento estratégico da companhia, é necessário ficar atento a outros fatores administrativos, como a gestão de desempenho — que é considerada um ponto essencial entre as práticas de gestão atuais.

Para entender o que é a gestão de desempenho e saber como esse conceito pode ser aplicado na sua empresa, confira as dicas desse post!

Afinal, o que é a gestão de desempenho?

A gestão de desempenho surge como alternativa às técnicas tradicionais usadas para comparar os resultados alcançados aos resultados esperados. Os modelos tradicionais levavam em conta, nas suas avaliações, apenas o trabalho planejado previamente. Já os modelos atuais, permitem que, durante a execução das ações, possam ser feitas correções em possíveis desvios ― o que gera mais eficiência no cumprimento das funções determinadas pela empresa.

Esse processo parte da ideia de que é necessário compartilhar os objetivos da empresa com os seus colaboradores, oferecendo os mecanismos necessários para que possam ter o um melhor desempenho — além de motivá-los a cumprir sua rotina diária na companhia. Para isso, é necessário delimitar os objetivos estratégicos, definir funções, estabelecer os objetivos de cada funcionário, além de oferecer os mecanismos para que eles possam trabalhar e acompanhar a análise do desempenho.

Como esse tipo de gestão é aplicado?

De maneira geral, podemos dividir a gestão de desempenho em dois momentos. O primeiro deles é focado na empresa, ou melhor, nas atividades de uma companhia. Esse momento exige maior controle dos processos corporativos, de forma a garantir que os resultados pré-definidos possam ser alcançados de maneira satisfatória. Assim, para avaliar essa etapa, é necessário analisar os indicadores da própria empresa.

O segundo momento é focado justamente nas pessoas. Os seus colaboradores precisam cumprir as metas que foram estabelecidas, mas precisam ser flexíveis para se adaptar às mudanças ― que podem vir tanto da empresa, quanto do próprio mercado. Essa capacidade de adaptação permite que os processos em execução possam ser corrigidos para que as metas sejam alcançadas da melhor maneira possível.

Quais são os pilares da gestão de desempenho?

Para que se possa realizar a gestão de desempenho na sua empresa, é necessário se basear em três pilares. Saiba quais são eles:

Melhoria contínua

O mercado é altamente competitivo e, para se destacar, é necessário inovar e se reinventar. Para isso, é preciso criar uma política voltada para a melhoria contínua dos seus processos — o que implica em mudanças. Essas mudanças podem enfrentar resistência, então é necessário, também, trabalhar os seus colaboradores.

Alcance dos objetivos

Para conseguir oferecer os melhores produtos e serviços, a empresa precisa definir claramente quais são as suas metas e estipular um modelo de trabalho para que se possa alcançá-las. As metas devem ser específicas, mensuráveis, atingíveis, relevantes e temporais.

Perfil de competências

Para alcançar as metas propostas e conseguir manter um sistema de melhorias contínuas, é preciso contar com um time de profissionais qualificados para o trabalho determinado. A sua empresa precisa contar com uma equipe de colaboradores alinhados aos seus objetivos e às suas exigências.

Por que fazer a gestão de desempenho?

Esse modelo de gestão gera vários benefícios a uma empresa. Os objetivos de trabalho são compartilhados, os seus colaboradores trabalham mais motivados, a produtividade aumenta e a taxa de sucesso de um projeto tende a crescer. Assim, o trabalho se torna mais eficiente e os clientes têm as suas expectativas correspondidas.

Além disso, é possível criar um ambiente em que seus funcionários são valorizados e têm ainda mais estímulos para o desenvolvimento profissional — pois precisam aprimorar constantemente as suas competências para atingir os objetivos propostos.

Você já usa a gestão de desempenho na sua empresa? Pretende implementar esse modelo de gestão? Compartilhe nos comentários as suas experiências e opiniões!

Nenhuma empresa sobrevive atualmente se não desenvolver relatórios de atividades e planilhas de orçamento, sendo esta última muito importante por envolver diretamente os gastos da organização. Para empresas de pequeno e médio porte, que faturam até R$ 50 milhões por ano, a planilha é ainda mais fundamental, devido ao número de concorrentes e à necessidade de permanentemente cortar custos para alimentar o fluxo de caixa e ter alternativas quando houver necessidade de tomar decisões estratégicas.

Com uma planilha de orçamento bem estruturada, você terá o que todo gestor busca: controle sobre os procedimentos e visão ampla e clara sobre os possíveis gastos desnecessários. No post de hoje, daremos algumas dicas sobre as planilhas de orçamento e como desenvolvê-las para a sua empresa. Confira!

O que uma planilha de orçamento deve conter?

Há duas formas ágeis de montar uma planilha: pelo conhecido programa Excel e pelo Google Planilha (localizado no Google Drive). Essas formas garantirão que as informações sejam organizadas rapidamente e sem dificuldade. Depois, é essencial que ela seja dividida por períodos, meses ou semanas, para que haja uma comparação futura sobre aumento ou queda de gastos e faturamento.

Em seguida, descreva cada gasto no período escolhido (mão de obra, insumos, energia, água, combustível etc.). Com o comparativo dos gastos em mãos, faça uma meta e trabalhe para alcançá-la, ou seja, ao verificar que há um desperdício em determinado período, fica evidente que é necessário saná-lo e conduzir a gestão a criar alternativas que não afetem a produtividade.

Controle

Este é principal motivo para desenvolver uma planilha. Com o controle sobre o orçamento, você saberá conduzir de forma eficiente os custos e, assim, se necessário, ampliar os investimentos, garantindo uma confiável análise financeira.

Agilidade

Um outro benefício de desenvolver uma planilha de orçamento é uma maior agilidade na análise financeira — antes improvável — para dar resposta a possíveis problemas que surgirão. Assim, você saberá ler melhor a situação e responder à altura.

Lembre-se: apesar de parecer clichê, a frase “tempo é dinheiro” é muito séria.

Teoria e prática

Tudo o que foi mencionado nada mais é do que a aplicação do planejamento da empresa. Um planejamento bem executado garantirá sobrevida e até expansão de uma organização, independentemente do momento em que o mercado se encontra.

Qual a sua importância?

Mas, afinal, qual a importância da planilha de orçamento para uma empresa? No início do artigo, foi citada a necessidade permanente de alimentar o fluxo de caixa, que nada mais é do que o óleo que lubrifica toda a máquina empresarial. Ele salvará a empresa em períodos de retração econômica e garantirá que todos os compromissos sejam cumpridos. Com a planilha de orçamento, sua empresa terá um fluxo de caixa sadio e pronto para qualquer situação.

É essencial que a planilha de orçamento seja preenchida por apenas um profissional ou, no máximo, uma equipe pequena, para que as informações estejam sempre fidedignas. Além disso, por ser uma ferramenta estratégica, os gestores com poder de decisão devem estar cientes dessas informações, já que nada acontece sem o sinal verde deles, inclusive mudanças concretas, como corte de custos.

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Já dizia o ditado: tempo é dinheiro. Na rotina corrida em que vivemos atualmente, principalmente dentro das grandes corporações, onde tudo tem que ser imediato, economizar tempo na elaboração de relatórios gerenciais é fundamental.

 

Os relatórios gerenciais são documentos utilizados para apoiar a tomada de decisão dentro das organizações e, por isso, devem possuir dados confiáveis e atualizados, sendo gerados rapidamente — no caso de uma crise ou problema.

 

Sendo assim, elaboramos uma lista com algumas dicas de otimização para a elaboração dos seus relatórios. Dessa forma, você pode se dedicar mais ao planejamento estratégico da empresa e obter melhores resultados. Acompanhe!

Determine o que é importante acompanhar

Não adianta pegar todos os números da empresa e colocar no relatório! Isso só vai fazer o report ficar confuso e você vai acabar perdendo a precisão dos dados. Relatórios gerenciais precisam trazer as informações mais importantes para os colaboradores e para a diretoria.

 

Portanto, antes de se dedicar a elaborá-lo, gaste um tempo pensando em quais dados vão compor o seu report. Lembre-se de incluir aqueles que possuem maior impacto no sucesso do negócio.

Tenha ferramentas integradas

A base de um relatório gerencial são números confiáveis, não é mesmo? Mas como conseguir isso se a empresa conta com sistemas falhos, complicados, que não conversam entre si e dificultam a extração dos dados?

 

Além de perder em qualidade, um relatório feito com base em informações de sistemas assim também leva a uma perda de tempo na verificação dos números apresentados. Por isso, invista em uma ferramenta que descomplique essa tarefa, otimizando o processo de elaboração do seu report.

Defina o método de análise

Agora que você já definiu quais dados vai coletar e implantou um sistema confiável que vai suportar essa coleta, é a vez de definir como analisar os números extraídos. Um dos métodos que podem ser utilizados segue as seguintes etapas:

Com esse processo bem definido, criar seu report vai ser algo natural e automático.

Use uma linguagem clara

Uma última dica, mas que também é muito importante: utilize uma linguagem clara e objetiva. Relatórios gerenciais devem ser bem escritos e fáceis de entender, já que a rotina organizacional se torna cada vez mais dinâmica.

 

Por isso, investir em elementos visuais, como gráficos, é muito importante. Eles facilitam a leitura das tendências, dos indicadores e dos dados, apoiando uma tomada de decisão mais assertiva.

 

Seguindo os passos acima é possível criar relatórios gerenciais bem elaborados no menor tempo possível, garantindo uma vantagem competitiva para a empresa. Mas, cuidado: lembre-se de utilizar sistemas que garantam dados confiáveis e ajudem você a ganhar tempo com informações mais acessíveis.

 

Gostou das nossas dicas? Quais dificuldades você já enfrentou ao elaborar um relatório? Deixe o seu comentário e nos conte um pouco mais sobre as suas experiências!

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